Este é o caminho completo que a plataforma faria por cada imóvel, mostrado com um caso público bem documentado: a cena «playroom» do dataset Deep Blending. A captação é de máquina fotográfica, não de telemóvel; é o melhor caso, não o caso típico. O passo em falta, um vídeo de telemóvel de um apartamento nosso, está na proposta de custos da visão geral.
Uma volta pela sala, com sobreposição entre fotos consecutivas.
Reduzidas para o treino; o original era maior.
O que o consultor carregaria na ficha do imóvel. Um vídeo de 90 s dá um volume parecido.
Hedman et al. 2018. Com telemóvel conta-se com mais desfoque e menos sobreposição.
72 das 225 fotografias, por ordem de captação:




Descobre onde estava a câmara em cada foto. 10 a 15 min de CPU. É o passo que falha com espelhos e paredes lisas.
7 000 iterações numa RTX A6000 (tabela 1 do artigo do 3DGS). Serve para o consultor validar a captação.
30 000 iterações na mesma GPU. 1,92 milhões de gaussianas, 676 MB em memória.
A100 pay-as-you-go, ≈ 45 min incluindo COLMAP. Em spot ≈ 0,66 USD. Detalhe na visão geral.
Ficheiro PLY com 62 valores por gaussiana. Impossível de servir a um comprador.
Formato SOG, sem harmónicas esféricas, 21 s de CPU neste servidor com splat-transform. 20 vezes mais pequeno.
Carrega como uma imagem grande e corre no telemóvel. Sem servidor de 3D, sem GPU no nosso lado.
As zonas desfocadas ou com «fiapos» são sítios que as fotografias não cobriram bem. Numa casa real seria aí que o consultor refilmaria.
Que o caminho fotografias → poses → treino → compressão → browser existe inteiro em software aberto, e quanto custa por imóvel em tempo de máquina.
Que um consultor com um telemóvel consegue uma captação assim à primeira. Esse é o objectivo da prova de conceito com dois ou três imóveis reais.